Estamos na reta final! Sem mais delongas, vamos ver mais 10 dicas da nossa série de 100 princípios para criar logos e marcas:
#61 – Trademarks

Originalidade é raramente o objetivo explícito de um cliente em um projeto de identidade visual, porém esforçar-se para desenvolver uma identidade que não se pareça com qualquer outra presente no mercado pode ajudar a proteger legalmente a marca do seu cliente. Assim como nomes, taglines e slogans, a lei também reconhece o logo de uma empresa como sua propriedade intelectual. Começando seus projetos de identidade com uma pesquisa vasta do que já existe pode tornar o término do trabalho mais difícil, mas de qualquer maneira, a pesquisa deve ser incluída em algum momento de seu processo de criação.
#62 – Trade Dress

Todas as coisas que criam a aparência geral de uma marca no mercado podem ser chamadas de trade dress. As aplicações da marca, a cor, a forma da embalagem do produto, a arquitetura do ponto de venda, etc. Para alguns tipos de trade dress, você precisa provar que o consumidor realmente acredita e reconhece que aquele trade dress é um indicador de fonte da marca. Apenas a partir do momento em que uma empresa prova que seu pacote ou programa visual alcançou distinção é que o mesmo pode ser protegido como trade dress.
#63 – Posse de estéticas

Proteger a identidade da marca em um sentido legal se torna cada vez mais difícil, mas a tentativa de “possuir” um espaço significativo na mente de seu cliente é o objetivo da maioria das empresas. Ser consciente e pró-ativo em projetar e proteger o universo de identidade da marca vale a pena para manter uma empresa forte e seus concorrentes bem longe.
#64 – Especificações de Logotipo

Depois de que você chegou em um desenho perfeito para a sua identidade visual, separe um tempo para escrever o processo. Documentar a origem e desenvolvimento de uma identidade desafia os designers a trabalhar e aperfeiçoar aquilo que está passando em suas cabeça em termos de criação. Muitas vezes, esse processo também leva a mudanças que melhoram a marca. Documentar uma identidade gráfica desta forma também permite que você compartilhe um registro de seu processo decisório e da sabedoria por trás dele.
#65 – Regras de Aplicação

Criar e seguir regras de aplicação de marca é essencial para assegurar a coerência da programação visual. E a criação de especificações de aplicação permite que as mesmas sejam feitas por mais de uma pessoa. Se as especificações de identidade são bem escritas, e se forem apresentadas de forma positiva e com entusiasmo, a maioria dos parceiros vai vê-las como um peso a menos, em vez de um novo peso a se carregar. Especificações de aplicação devem definir as regras, mas com latitude suficiente para a experimentação.
#66 – Bíblias de Marca

Quando algumas pessoas pensam em “bíblia”, pensam em um livro de regras. Outros a pensam como um livro de inspiração. A maioria das pessoas que a lêem, tendem a encontrar um pouco de ambos. Imagine esses dois universos, de regras e de inspiração, separados em dois livros diferentes. Isso é o que a maioria das organizações fazem quando querem documentar sua marca. Manuais de Identidade Visual contêm as diretrizes e o que é permitido e proibido no universo de uma marca. Bíblias de Marca vão além e exploram seu espírito e suas promessas.
#67 – Ciclos de Vida de uma Identidade Visual

Os tempos mudam. As pessoas mudam. E as identidades de algumas organizações mudam junto. Ao desenvolver uma identidade gráfica, considere o ciclo de vida da marca. Não se deixe paralisar ou optar por soluções que possam revelar-se demasiadas conservadoras, mas pergunte-se se a solução criada é a de uma marca que poderia ser mantida para os próximos cinquenta anos.
#68 – Planejamento para Mudar

Todas as oportunidades para manter o programa de identidade atualizado e relevante representa também uma oportunidade para reagir às mudanças nas condições de mercado e mudanças nas necessidades do consumidor. A programação de identidade visual fornece o espaço necessário para uma marca para evoluir, mas mudar apenas por mudar não significa contribuir para uma melhor experiência de marca. A elaboração de programas dinâmicos exige espaço para que os mesmos permaneçam constantes.
#69 – Mudando Estrategicamente

Identidades de marca refletem e evoluem com as necessidades dos consumidores. Atributos da marca fundamentais formam o caráter de uma organização. Estes não mudam – a sensação de confiabilidade e continuidade depende disso.
A evolução de uma identidade de marca é geralmente a tradução de atributos de linha de base para as condições atuais. A mudança é inevitável, mas a taxa de mudança para uma marca precisa ser uma escolha estratégica.
#70 – Duelo de Logos

Cinquenta anos atrás, quando discussões sobre design gráfico entraram em salas de reuniões corporativas, a ideia de criar uma representação gráfica original de uma empresa e o que ela representa era novo. Os consumidores de hoje enfrentam uma onda de marcas, com milhares de logotipos sobre nós todos os dias. Se você estiver pensando em atualizar uma identidade gráfica para uma empresa, faça algo diferente, que será exclusivamente atraente para seu público. Parece óbvio, mas muitas vezes as empresas seguem seus concorrentes, ao invés de seus clientes.
E em breve mais dez princípios. Estamos já chegando no final da nossa série, então fiquem ligados!
Fonte: brand-identity-essentials.com/100-principles