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	<title>Choco la Design &#187; Artigos</title>
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	<description>O blog mais gostoso com as delicias do mundo do design. Aqui tem inspirações, vídeos, tutoriais e as promoções mais gostosas que você já viu! Experimente!</description>
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		<title>Inteligência versus Criatividade</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 16:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade no design]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência no design]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência versus Criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[ser inteligente ou criativo?]]></category>

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		<description><![CDATA[Analisando mercado é possível ver que nem sempre a criatividade  é o melhor remédio, tratar as coisas com a inteligência e saber dosar a criatividade é fundamental.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes acordamos com aquela vontade de comer arroz, feijão, bife e bata frita, nem sempre a comida requintada dá água na boca, o pretinho básico também faz sucesso. É com essa filosofia que começo o post de hoje, assim como nem sempre queremos o que há de mais requintado as marcas também possuem o mesmo comportamento, ser criativo 100% do tempo é coisa de amador. Não se pode apostar apenas na criatividade, fazer gol de canela também conta, assim é o pensamento do cliente, largar mão da criatividade e partir para o pretinho básico muitas vezes dá resultado.</p>
<p>Observe e verá que nenhuma marca é 100% criativa, sempre há uma balança entre criatividade e comunicação básica, a visão empreendedora vale muito. Trabalhar com realidades locais, cada marca tem uma necessidade e públicos separados, trabalhar de maneira global ou a nível nacional é uma ideia muito boa, mas não vai conseguir abraçar as necessidades locais. Simplicidade, pluralidade, não ter medo de fazer coisas bregas, muitas vezes o brega vai ser &#8220;bonito&#8221; e trás resultado, nem tudo deve ser criativo.</p>
<p>O designer não deve pensar só na peça, mas no planejamento e também na execução, essa última é a parte mais importante de todo o processo, mas que precisa da base forte do design. Peça bem feita e mal executada, resultado ZERO, não é isso que o cliente nem o designer quer. Ninguém pensa só no bom design pensa-se também no modo todo. Por fim, um vídeo que fiz ainda na metade da faculdade, que fala um pouco sobre as diferenças entre inteligência e criatividade, perdoem os erros e a iluminação, mas o desafio do vídeo era que ele tivesse um minuto, sem cortes e gravado de um celular. O texto do vídeo foi baseado numa reportagem da Revista Computer Arts Brasil.</p>
<p>Olhar o cliente como algo que tem sempre o que ser melhorado é o ideal.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/-l7zmQFw_QA" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe></p>
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		<title>Será que vão descobrir?</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 16:30:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo Laruccia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Será que vão descobrir?]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que duas pessoas podem desenvolver a mesma ideia sem nunca antes terem se visto ou estabelecido qualquer tipo de contato? Pois bem, é em volta disso que desenvolvi o texto de hoje.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de mais nada, gostaria de pedir desculpa pelo tempo ausente, mas estou de volta e regularizarei minhas postagens. Agora, vamos ao que interessa.</p>
<p>Às vezes indago a mim mesmo sobre algumas atitudes das pessoas. E uma das que eu nunca consegui chegar à uma conclusão, que seja completamente convincente, foi a seguinte: <em>será que duas pessoas podem desenvolver a mesma ideia sem nunca antes terem se visto ou estabelecido qualquer tipo de contato?</em> Pois bem, é em volta disso que desenvolvi o texto de hoje.</p>
<p>Como sou um paulistano residente do Espírito Santo, pude acompanhar o desenrolar de um assunto que se alastrou rapidamente no mercado publicitário: o possível plágio do logotipo do Governo do ES de 2012. Veja a criação:</p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/sera-que-vao-descobrir/espi" rel="attachment wp-att-22977"><img class="aligncenter" title="espi" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2012/01/espi.png" alt="" width="646" height="361" /></a><a href="http://chocoladesign.com/sera-que-vao-descobrir/espi" rel="attachment wp-att-22977"><br />
</a></p>
<p>Pois bem, como se vê, é uma criação que representa a ideologia de trabalho do novo governo do Espírito Santo, com elementos que podem ser atribuídos a diversos significados como: a pluralidade de povos existente no estado, a multiplicação dos recursos e investimentos etc. Mas, agora, veja o logotipo desenvolvido para o Creative City Berlin:</p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/sera-que-vao-descobrir/ber" rel="attachment wp-att-22990"><img title="ber" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2012/01/ber.png" alt="" width="625" height="286" /></a><a href="http://chocoladesign.com/sera-que-vao-descobrir/ber" rel="attachment wp-att-22990"><br />
</a></p>
<p>Como vocês podem ver e concluir, as duas marcas são bastante “parecidas”. Sendo assim, retorno a pergunta que fiz ao início do texto: será que esses dois criadores podem ter tido a mesma ideia, de forma tão parecida, que não caracterize o plágio (tanto de uma parte quanto da outra)?</p>
<p>Não me recordo o nome (tentei achar, mas não consegui), mas existe uma teoria que diz que duas (ou mais) pessoas podem ser capazes de criar exatamente a mesma coisa sem nunca terem se encontrando anteriormente. Mas, será?</p>
<p>Não estou aqui para julgar quem está errado ou certo, mas sim para discutir um assunto que pode ser pensado a partir da discussão exposta anteriormente.</p>
<p>Há alguns meses, escrevi um outro post chamado “<a href="http://chocoladesign.com/inspiracao-ou-plagio">Inspiração ou Plágio</a>?”. Nele, abordo uma questão sobre o vídeo que a Vivo veiculou inspirado na história de Eduardo e Mônica da música da banda Legião Urbana. Vale a leitura.</p>
<p>Mas, voltando ao assunto, acredito que a verdade é uma das poucas coisas que ainda garantem a justiça das coisas, mesmo que demore algum tempo. Como é sabido, as contas das grandes instituições governamentais estão, geralmente, na carteira de grandes agências. E essas, por sua vez, devem (pelo menos, deveriam) zelar pela qualidade, originalidade e eficácia de suas criações. Casos como esse acabam denegrindo a imagem da criadora e botam em cheque a reputação daquela.</p>
<p>Será que esse caso teria outra explicação, ou foi fruto de uma inspiração assombrosa? Eu, particularmente, discrimino e repugno qualquer tipo de plágio. Não considero profissional aquele que se dispõe a vender uma coisa copiada, mesmo que esteja sofrendo pressão com prazos e qualquer outra coisa rotineira.</p>
<p>Qualquer fonte de inspiração é muito válida, atribuir características de profissionais que admiram também, mas copiar e deixar ser veiculada (e ainda pior, sabendo que muita gente irá ver) é, no mínimo, estranho.</p>
<p><em>Bom, é isso! Até semana que vem! E, quem quiser me acompanhar, pode me seguir no <a title="Twitter Leonardo" href="http://www.twitter.com/leolaruccia" target="_blank">Twitter</a>, <a title="Facebook Leonardo" href="http://www.facebook.com/wlagencia" target="_blank">Facebook</a> ou pelo E-mail leonardo@chocoladesign.com. E, também, na minha mais nova empreitada (<a title="DeBatePronto.com.br" href="http://www.debatepronto.com.br" target="_blank">DeBatePronto.com.br</a>) no <a title="Twitter DBP" href="http://www.twitter.com/dbpoficial" target="_blank">Twitter do DeBatePronto</a> e no <a title="Facebook DBP" href="http://www.facebook.com/Dbpoficial" target="_blank">Facebook do DeBatePronto</a>.</em></p>
<div></div>
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		<title>Designs que mudaram o mundo: Bic Cristal</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 17:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitual]]></category>
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		<description><![CDATA[Isso não é um post patrocinado, apenas um pouco da história da boa e velha "Caneta Bic"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o nome de Bic Cristal ela é pouco conhecida, popularmente conhecida como &#8220;Caneta Bic&#8221; ela fez história e entrou para o Hall do design assim como o <a href="http://chocoladesign.com/designs-que-mudaram-o-mundo-fusca">Fusca</a>, na Argentina é conhecida como Caneta de Biró, lembrando o criador da caneta esferográfica <strong>László Bíró</strong>. Após a Segunda Guerra Mundial  Marcel Bich e Edouard Buffard fundaram na França a <em>Société PPA </em>(na tradução do francês, &#8220;canetas, lapiseiras e acessórios&#8221;). Bich que era marinheiro viu na Argentina durante a guerra a febre das canetas esferográficas, as canetas eram boas, mas tinham o defeito de vazar tinta constantemente e falhavam ao escrever, então pediu à equipe de design da PPA para que elaborassem um projeto de caneta esferográfica que corrigisse o problema das canetas argentinas. A grande dificuldade era fazer a caneta de uma espessura que não vazasse, Bich então investiu na tecnologia Suiça que na época era a única capaz de recortar e moldar metais com até um centésimo de milímetro, o resultado foi uma esfera na ponta da caneta que permitia que a tinta fluisse livremente sem vazamentos excessivos. E com a devida autorização de Bíró, Bich lançou a Bic Cristal em 1950.</p>
<p>Na época o investimento em publicidade foi alto, e para facilitar a lembrança da marca o executivo da propaganda Pierre Guichenné convenceu Bich de que <em>Societé PPA</em> não era um bom nome para sua empresa, fazendo com que o nome ficasse apenas <em>Societé Bic</em>, na França ela ficou conhecida como &#8220;caneta atômica&#8221; nas décadas de 50 e 60. Em 1959 a caneta chegou ao mercado norte-americano, no início era um pouco mais cara que as concorrentes, mas com uma publicidade apelativa e sua qualidade logo caiu no gosto do público e virou sucesso de vendas. Em 1965 o governo Francês, liberou o uso de canetas nas escolas o que impulsionou mais ainda as vendas da caneta. Em 2004 a Bic Cristal atingiu a marca de 100 bilhões de canetas produzidas em todo o mundo.</p>
<p>Hoje a caneta está na coleção permanente do Museu de Arte Moderna em Nova York, sua ergonomia hexagonal trás economia na produção e conforto para quem utiliza, a transparência foi aplicada para que o usuário pudesse ver o nível da tinta, há um furo no tubo da caneta para que a pressão do ar seja a mesma dentro e fora da caneta.</p>
<p>O design inovador, a durabilidade, a ergonomia faz dessa caneta a alegria do mundo inteiro, que ela pode até ser a caneta mais básica e simples mas já assinou muitos casamentos, acordos judiciais e muito mais, é o famoso simples e funcional. A caneta que dura e não falha nunca, à título de curiosidade dos que reclamam que nunca gastaram uma caneta Bic Cristal inteira, a duração média é de 2 quilômetros de escrita.</p>
<p>Para finalizar um comercial da década de 80 que mostra a diferença da Bic Cristal e da Bic Laranja.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/rL_P2aP-uzI" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Tipos de Papéis #2</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 16:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Schiavenin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Olá, pessoal! Hoje, tem mais uma parte do post sobre os tipos de papéis, com os tipos de couchê. Tomara que este post ajude muito na hora de produção gráfica dos impressos dos nossos queridos leitores designers.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoal! Hoje, tem mais uma parte do post sobre os tipos de papéis, com os tipos de couché. Tomara que este post ajude muito na hora de produção gráfica dos impressos dos nossos queridos leitores designers.</p>
<h2>COUCHÉ:</h2>
<p>Papel com uma ou ambas as faces recobertas por uma fina camada de substâncias minerais, que lhe dá aspecto encorpado e brilhante, e muito próprio para a impressão de imagens a meio-tom, e em especial de retículas finas. Para a impressão de textos o papel gessado é muito lúdico e por isto incômodo à vista. Defeito que se tem procurado contornar com a criação das tonalidades mate. O termo francês &#8220;Couché&#8221; (camada) é usadíssimo entre nós, onde chegou a assimilar-se em couchê. É necessário distinguir couchê de duas faces de alguns papéis simplesmente bem acetinados, que com eles se confundem; molhando-se e friccionando-se uma extremidade do papel, se for couché, a camada de branco desfaz-se.</p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/1217941260853125.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-22027" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/1217941260853125.jpg" alt="" width="600" height="375" /></a></p>
<h2>COUCHÉ L1:</h2>
<p>Papel com revestimento Couché brilhante em um lado. Policromia. Suas aplicações são sobre capas, folhetos e encartes.</p>
<h2>COUCHÉ L2:</h2>
<p>Papel com revestimento Couché Brilhante nos dois lados. Policromia. Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos e encartes.</p>
<h2>COUCHÉ MONOLÚCIDO:</h2>
<p>Papel com revestimento couchê brilhante em um lado. Mas liso no verso para evitar impermeabilidade no contato com a água ou umidade. Suas aplicações são em embalagens, papel fantasia, rótulos, out-doors, base para laminação e impressos em geral.</p>
<h2>COUCHÉ MATTE:</h2>
<p>Papel com revestimento couchê fosco nos dois lados. Suas aplicações são em impressão de livros em geral, catálogos e livros de arte.</p>
<h2>COUCHÉ TEXTURA:</h2>
<p>Papel com revestimento couchê brilhante nos dois lados, gofrado (texturado ou gravado em relevo), panamá e skin (casca de ovo). Suas aplicações são em livros, revistas, catálogos, encartes, sobrecapas e folhetos.</p>
<h2>COUCHÉ TEXTURA SKIN:</h2>
<p>Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando casca de ovo.</p>
<h2>COUCHÉ TEXTURA PANAMÁ:</h2>
<p>Papel com revestimento couché texturado nas duas faces imitando trama de uma tela de linho.</p>
<p><em>Fonte: OLIVEIRA, Marina. Produção Gráfica para Designers.</em><br />
<em> FERNANDES, Amaury. Fundamentos da Produção Gráfica para quem não é Produtor Gráfico.</em><br />
<em> VILLAS-BOAS, André. Produção Gráfica para Designers.</em></p>
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		<title>Será que sua empresa precisa estar em todos os lugares?</title>
		<link>http://chocoladesign.com/sera-que-sua-empresa-precisa-estar-em-todos-os-lugares</link>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 16:59:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Will</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Webdesign]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de web design]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>
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		<category><![CDATA[sua marca nas redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma indagação que todos os empresários deveriam fazer antes de procurar uma agência para realizar seus desejos. Será que minha empresa precisa mesmo estar em todos os lugares? É uma ideia tentadora poder estar presente nas redes sociais, ter um site e etc, mas as vezes não é a melhor opção. Você está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma indagação que todos os empresários deveriam fazer antes de procurar uma agência para realizar seus desejos. <strong>Será que minha empresa precisa mesmo estar em todos os lugares?</strong> É uma ideia tentadora poder estar presente nas redes sociais, ter um site e etc, mas as vezes não é a melhor opção.</p>
<blockquote><p><em>Você está locão Will? Tendo minha empresa em todos os lugares eu consigo mais clientes!</em></p>
</blockquote>
<p>Já fui em diversas palestras sobre <strong>mídias sociais</strong> e os palestrantes batem na mesma tecla: não é porque um projeto funcionou para uma determinada empresa que para a sua também irá funcionar. São casos e casos, e planejamento é tudo.</p>
<p>Para exemplificar o que eu estou falando, vamos supor que eu tenho uma micro empresa que vende produtos agrícolas. Meu público alvo é 98% agricultor e vive no meio rural. Grande parte desses clientes não faz ideia de como usar um computador e, se por acaso possuírem um, são seus filhos que usam. Tendo em vista meu ramo de atuação e minha clientela, seria viável fazer um e-commerce, por exemplo? Ou estar no Twitter? Ou ter uma fanpage no Facebook? A resposta é meio óbvia, não?</p>
<p>Não tem sentido eu estar presente em todos os lugares sendo que meus potenciais clientes não estarão lá para interagir comigo. Portanto, planejar no que investir é a melhor opção. Pense se  não seria melhor investir em propaganda offline do que online? É esse tipo de pergunta que você deve fazer para não gastar em coisas que não trarão lucros para seu negócio.</p>
<p>Agora, se sua empresa tiver um público alvo que costuma estar no Twitter, Facebook e etc. É uma boa ideia ir ao encontro deles e ver o que eles estão dizendo da sua marca, se precisam de ajuda e talvez até de um atendimento personalizado. Pois, atendendo seu público no lugar onde eles costumam estar, pode render pontos positivos à sua empresa, consequentemente transformando esses pontos em lucros.</p>
<p><strong>E o que o designer tem a ver com isso?</strong></p>
<p>Nós, como  profissionais, devemos auxiliar da melhor maneira possível o que de fato atende a necessidade do cliente. Orientá-los a investir em coisas viáveis para seu negócio, pois, desta forma, não só conquistamos o respeito como profissionais como também podemos conquistar outros clientes que gostaram dessa sinceridade nos negócios. É aconselhável então, jogar limpo com as pessoas, ser profissional e oferecer sempre as melhores soluções à quem nos procura, porque esse é o papel do profissional de design, não é? Oferecer as melhores soluções para os piores problemas.</p>
<p>Sei que é pouco para um assunto tão pertinente, mas não sou tão experiente em mídias sociais para dar uma explanação melhor, por isso, deixarei que esse tópico se desenvolva nos comentários com a sua participação!</p>
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		<title>Desvendando a composição vetorial</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 16:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[corel]]></category>
		<category><![CDATA[definição de vetor]]></category>
		<category><![CDATA[Desvendando a composição vetorial]]></category>
		<category><![CDATA[formatos]]></category>
		<category><![CDATA[illustrator]]></category>
		<category><![CDATA[interpolação]]></category>
		<category><![CDATA[o que é vetor]]></category>
		<category><![CDATA[sobre vetor]]></category>
		<category><![CDATA[svg]]></category>
		<category><![CDATA[vetor]]></category>
		<category><![CDATA[vetorização]]></category>
		<category><![CDATA[w3c]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi, pessoal! Hoje, trago pra vocês o caráter cartesiano do design; mas não irei falar sobre proporção divina, nem lei de Fitt&#8217;s, muito menos a de Hick&#8217;s, pois isto vocês podem ler (e espero que já tenham lido) o post da Cris e o de Canha, do Design.Blog. Então, vou falar sobre as ferramentas que usamos diariamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, pessoal! Hoje, trago pra vocês o caráter cartesiano do design; mas não irei falar sobre proporção divina, nem lei de Fitt&#8217;s, muito menos a de Hick&#8217;s, pois isto vocês podem ler (e espero que já tenham lido) o <a href="http://choc.la/194">post da Cris</a> e o de <a href="http://choc.la/ce4">Canha, do Design.Blog</a>. <strong>Então, vou falar sobre as ferramentas que usamos diariamente que fazem vários desses cálculos a todo o momento e mal os percebemos: ferramentas de desenho e manipulação vetorial.</strong></p>
<p><span id="more-21375"></span></p>
<p><strong>Você sabe o que é um vetor? De verdade?</strong><br />
Antes de qualquer coisa, vetor é uma grandeza; logo, ele tem uma direção, um sentido e uma intensidade. Para nós designers, um vetor representa um par ordenado (lembrem-se, estamos em duas dimensões!), e quando criamos retas, <strong>executamos operações vetoriais</strong>, no caso, uma operação de<strong> soma</strong>. Quando transformamos dois vetores paralelos em uma curva, aplicamos a força vetorial. O ângulo determina a intensidade da força. <strong>ESTA é a composição de um vetor.</strong></p>
<div id="attachment_21380" class="wp-caption aligncenter" style="width: 595px"><a href="http://chocoladesign.com/desvendando-a-composicao-vetorial/captura-de-tela-2011-12-06-as-22-03-04" rel="attachment wp-att-21380"><img class="size-full wp-image-21380" title="Imagem vetorial" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-06-às-22.03.04.png" alt="" width="585" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Estes pontos visíveis são os que chamamos de &#39;nós&#39;.</p></div>
<p><strong>O vetor é um elemento em um plano de duas dimensões, com pontos interligados formando retas que se transformam em curvas de acordo com a intensidade da força e do sentido aplicado em seus ângulos.</strong></p>
<p>Desta forma colocada acima, estamos todos cientes então que elementos vetoriais não são imagens como mapa de bits (formada por pixels), e sim <strong>um tipo de imagem que é gerado através de uma minuciosa descrição geométrica de formas</strong>.</p>
<div id="attachment_21381" class="wp-caption aligncenter" style="width: 616px"><a href="http://chocoladesign.com/desvendando-a-composicao-vetorial/captura-de-tela-2011-12-06-as-22-05-33" rel="attachment wp-att-21381"><img class="size-full wp-image-21381 " title="Baixa qualidade de imagem" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-06-às-22.05.33.png" alt="" width="606" height="217" /></a><p class="wp-caption-text">Observe a pixelização da imagem após ampliação.</p></div>
<p><strong>Por que os vetores não perdem qualidade ao serem ampliados?<br />
</strong>Simplesmente por não haver o processo de interpolação que acontece em imagens com mapa de bits (a base de pixels); as funções matemáticas se ajustam a nova escala naturalmente.</p>
<div id="attachment_21383" class="wp-caption aligncenter" style="width: 456px"><a href="http://chocoladesign.com/desvendando-a-composicao-vetorial/captura-de-tela-2011-12-06-as-22-06-42" rel="attachment wp-att-21383"><img class="size-full wp-image-21383" title="Imagem vetorial ampliada" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/Captura-de-Tela-2011-12-06-às-22.06.42.png" alt="" width="446" height="469" /></a><p class="wp-caption-text">Observe a ampliação da imagem (1200%) e a qualidade da imagem.</p></div>
<p><strong>Porque os vetores são mais leves para armazenamento?</strong><br />
O programa vetorial apenas repete os padrões através da forma e escala, não havendo necessidade de armazenar os dados de cada pixel.</p>
<p><strong>Formatos comuns de imagem vetorial:<br />
- AI </strong>(formato proprietário Adobe Illustrator);<strong><br />
- CDR </strong>(formato proprietário do <del>CorelDraw</del>);<strong><br />
- EPS </strong>(linguagem de descrição de páginas, que ao invés de definir pixels, compõe um conjunto de comandos que são interpretados por uma impressora,<strong> por exemplo);<br />
- SVG </strong>(Sigla de Scalable Vector Graphics, que significa &#8216;gráficos vetoriais escaláveis&#8217;. É uma linguagem XML que descreve a forma vetorial de desenhos e gráficos). <strong>Ao meu ver</strong>, é o formato mais indicado a ser utilizado. E explico.</p>
<p>Muita gente enfrenta problemas de incompatibilidade de formatos. Quando trabalhamos com Illustrator e recebemos arquivos em CDR, quando trabalhamos <span style="color: #999999;"><del>not</del></span> com o Corel e recebemos arquivos do Illustrator&#8230; Existe uma forma muito simples e de pouco conhecimento por parte de estudantes e profissionais de nossa profissão: <strong>o formato universal.</strong></p>
<p><strong>O formato SVG</strong> é pouco conhecido, mas é o único formato vetorial que abre da mesma forma do Corel, no Illustrator, quanto no GIMP, MS-Visio, e tantos outros possíveis e imaginários que queiram abrir uma imagem vetorial.</p>
<p><strong><em>&#8220;Ah, mas o SVG não abre no Corel, não&#8230;&#8221;<br />
</em>Sim, abre.</strong> Apenas sendo necessário ser importado para dentro do software. Não é propriedade de nenhuma empresa, e trata-se de uma forte recomendação da<a href="http://choc.la/e1x"> W3C</a> a sua utilização.</p>
<p>Espero que o conceito de vetores tenha saído um pouco da superficialidade. É sempre muito bom entender como toda a mágica acontece, além de abrir novas possibilidades na execução de nossas atividades cotidianas. <img src='http://chocoladesign.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Sugiram! O que vocês querem descobrir? O que vocês têm curiosidade em entender como funciona?<br />
Enviem suas sugestões pra <em><strong>amanda@chocoladesign.com</strong></em> que nós aprenderemos todos juntos!</p>
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		<title>Designs que mudaram o mundo: Fusca</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 11:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitual]]></category>
		<category><![CDATA[2º guerra mundial]]></category>
		<category><![CDATA[alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[Ferdinand Porsche]]></category>
		<category><![CDATA[Fusca]]></category>
		<category><![CDATA[Henry Ford]]></category>
		<category><![CDATA[Hitler]]></category>
		<category><![CDATA[Volkswagen]]></category>

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		<description><![CDATA[Para alguns ele é amado, por outros odiado, mas verdade seja dita o clássico da Volkswagen fez e faz muito sucesso desde 1938.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto original do Fusca se iniciou envolvendo várias empresas e até o Governo alemão. O governo queria um carro popular, pequeno, econômico e fácil de produzir daí que surgiu a Volkswagen (carro do povo), desde 1925 já existia um projeto do engenheiro Béla Barényi que ficou famoso pelas melhorias de segurança em diversos automóveis daquela época.</p>
<p>O grande do idealizador do projeto foi Hitler, que enquanto esteve preso leu bastante sobre Henry Ford, ficou admirado e apostou num veículo fácil de se produzir e contínuo. O ditador resolveu apoiar uma estatal, mas dos três melhores engenheiros da época, dois eram judeus e obviamente não agradavam a Hitler, então ele abriu mão de &#8220;seus&#8221; engenheiros e apostou em Ferdinand Porsche que já possuia um projeto semi-pronto. Hitler como todo bom e velho cliente fez várias exigências, dois adultos e três crianças, manter a velocidade média de 100km/h, consumo no máximo 13km/l e motor refrigerado a ar.</p>
<p>Porsche teve diversas dificuldades durante a execução do projeto, acostumado com veículos luxuosos e caros, executar um projeto com diversas &#8220;regras&#8221; numa época em que não havia-se muitas referências desse tipo de produto deve ter sido um desafio e tanto, depois de diversas tentativas frustadas, colocar o motor traseiro com refrigeração a ar e na traseira do veículo acabou sendo a última e única opção. O prazo para execução de todo o projeto até chegar nos primeiros protótipos foi de apenas seis meses, Porsche temia discordar de Hitler e além de &#8220;correr&#8221; com o projeto cumpriu ao máximo todas as ordens do chefe, em 1937 sairam os três primeiros projetos de protótipos do veículo, em 1938 inaugurou-se a primeira fábrica da Volkswagen, com grande apoio da mídia.</p>
<p>O resto da história do Fusca todos já sabem/imaginam foi fundamental na Segunda Guerra Mundial e entrou pra história, foi vendido de 1940 até 2003 com poucas mudanças do projeto original, ganhou vários prêmios e move com a paixão de grande parte dos fãs de automóveis, o carro foi sucesso no mundo todo e produzido até 2003 no México, quando que por uma alteração na lei não mais permitiu o projeto antigo e até então sem fortes itens de segurança. O Fusca virou um clássico sem entrar para o ranking de raridades, e conseguiu ser o modelo mais vendido utilizando o mesmo design (caso considerado o mesmo veículo o Toyota Corolla já ultrapassou o número de vendas, mas em 5 modelos diferentes).</p>
<p>O projeto de Ferdinand Porsche, a ousadia de Hitler, e os vários engenheiros envolvidos tiveram as mesmas dificuldades que temos hoje em dia, cliente trabalhoso, regras excessivas, prazo curto e ainda sim conseguiram fazer um mega projeto que fez sucesso durante incríveis 65 anos, e ainda assim o Fusca não morreu, deixou seu sucessor que não faz tanto sucesso no mundo inteiro, mas tem força de mercado, com um público bem específico, uma boa atualização no design que vale por muito e pelo que tudo indica, volta a ter força com um forte apelo publicitário no mercado norte-americano se baseando no modelo anterior.</p>
<p>Abaixo um vídeo que mostra a evolução do velho Fusca:<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/Q7JDBHVWJ3s" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<p>OBS.: Este post teve o intuito de mostrar de forma breve a história do Fusca e toda a dificuldade do projeto, mas que mesmo com todas as dificuldades ainda conseguiu fazer sucesso durante anos, e sim é possível fazer projetos de sucesso com toda a dificuldade do dia a dia.</p>
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		<title>Imagem Bitmap x Vetor</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 16:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Schiavenin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[cor]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
		<category><![CDATA[designer gráfico]]></category>
		<category><![CDATA[illustration]]></category>
		<category><![CDATA[Ilustração]]></category>
		<category><![CDATA[ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[ilustrador]]></category>
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		<category><![CDATA[impresso]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[inspiration]]></category>
		<category><![CDATA[portfolio]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje estou fazendo um post informativo, sobre as diferenças de imagens bitmap e vetores, para vocês saberam as características de cada um e onde utilizar cada tipo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Pessoal!<br />
Hoje, estou fazendo um post informativo, sobre as diferenças de imagens bitmap e vetores, para vocês saberam as características de cada uma e onde utilizar cada tipo.</p>
<h2>Bitmap</h2>
<p>As imagens são construídas através de pequenos quadrados, mais conhecidos como pixel. Como ele é muito pequeno, o olho humano não é capaz de vê-lo a olho nu, vendo então uma imagem com suaves gradações. O número de pixeis necessários para obter uma imagem depende do uso dessa imagem. Então, a imagem consiste numa matriz de pontos individuais (pixeis) em que cada um tem sua cor, e na união deles é que forma a imagem.</p>
<p>As imagens em bitmap tem o problema básico em que quando aumentamos a imagem, ela fica &#8220;pixelizada&#8221;, quer dizer que é alargado e aumentado o tamanho do pixel, ficando então com uma resolução mais baixa.</p>
<p>Existem alguns tipos de imagens bitmaps:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/3681634702_04e1a0509b_b.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21332" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/3681634702_04e1a0509b_b.jpg" alt="" width="600" height="500" /></a></p>
<p><strong>Line-art</strong><br />
São imagens com somente duas cores, geralmente o preto e o branco, e elas são assim pois em alguns computadores pode-se usar somente 1 bit (on=preto, off=branco) para poder definir cada pixel.</p>
<p><strong>Grayscale</strong><br />
São imagens com graduações e degradês de vários tons de cinza, preto e branco. No computador a gradiência é formada em uma configuração de 256 linhas.</p>
<p><strong>Multitônica</strong><br />
São imagens que tem graduações de duas ou mais cores. Elas são compostas pela cor preta e por mais uma outra cor direta (normalmente uma cor pantone).</p>
<p><strong>Imagem em Cores</strong><br />
São imagens que são feitas nas escalas cromáticas como RGB e CMYK.</p>
<h2>Vetor</h2>
<p>Os vetores são criados de forma diferente das imagens, para serem feitos são criados objetos, como por exemplo quadrados e círculos. Uma imagem desenvolvida em um programa vetorial é composta de curvas, elipses, poligonos, textos, entre outros elementos. Elas possuem a capacidade de serem ampliadas e não terem sua forma ou qualidade alteradas, elas aparecem 100% suavizadas. Outra vantagem do vetor é a possibilidade de isolar objetos ou partes do objeto, tratando-as independentemente.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/11930color.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-21331" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/12/11930color.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><strong>Programas Bitmap:</strong> Photoshop &#8211; .psd<br />
CorelPhotopaint &#8211; .ctp<br />
CorelPainter &#8211; .rif</p>
<p><strong>Programas Vetoriais:</strong> Illustrator &#8211; .ai<br />
Corel Draw &#8211; .cdr<br />
Freehand &#8211; .fh</p>
<p>Fonte: FERNANDES, Amaury. FUNDAMENTOS DE PRODUCAO GRAFICA &#8211; Para quem não é Produtor Gráfico. São Paulo: Rubio, 2003.</p>
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		<title>Técnicas de vendas – Parte III</title>
		<link>http://chocoladesign.com/tecnicas-de-vendas-parte-iii</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 20:41:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leitor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[André Buzzo]]></category>
		<category><![CDATA[como contar situações com clientes]]></category>
		<category><![CDATA[Post do Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Técnicas de vendas – Parte III]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando a série Técnicas de Vendas, André Buzzo mostra como contornar algumas situações que acontecem quando você vai conversar com seu potencial cliente, baseado em suas experiências pessoais. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a série <strong>Técnicas de Vendas</strong>, André Buzzo mostra como contornar algumas situações que acontecem quando você vai conversar com seu potencial cliente, baseado em suas experiências pessoais. Todo mundo já deve ter passado por situações parecidas, então esperamos que você goste!</p>
<blockquote><p>Fala pessoas!</p>
<p>Nessa terceira parte dos artigos sobre “Técnicas de Vendas” vou tentar passar algumas coisas que já aconteceram comigo, quando eu vou conversar com algum potencial cliente e para tanto, vou criar um pequeno “teatro” para ilustrar algumas situações com as quais já me deparei e o que usei como saída. A série acontecerá em 3 casos distintos! Vamos ao primeiro!</p>
<p><strong>1º Caso – Quero um site em Flash! Você faz?</strong></p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/tecnicas-de-vendas-%e2%80%93-parte-iii/imagem-2" rel="attachment wp-att-20924"><img class="aligncenter size-full wp-image-20924" title="imagem" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/11/imagem.jpg" alt="" width="563" height="173" /></a></p>
<p>Não sei quanto a vocês, mas eu detesto mexer no Flash. Sei usar (o básico do básico), porém, não gosto. E isso é pessoal e particular. Podem me xingar nos comentários, dizer que eu não “conheço o potencial do Flash” &#8230; digam o que quiserem, mas não vou mudar minha opinião. É ruim de mexer, é chato para atualizar, mas concordo que existem coisas fantásticas sobre o Flash que não vem ao caso. Então, vamos ao “teatro”: nesse caso, o C será CLIENTE e AB, por lógica, rs, serei eu mesmo, o ANDRÉ BUZZO. Vamos lá:</p>
<p><strong>Cliente</strong> – Quero ter o meu site em Flash! Você o faz?</p>
<p><strong>André Buzzo</strong> –“Olha meu amigo, eu não lhe aconselho a criar um site em flash. Por vários motivos!”</p>
<p><strong>C </strong>– Mas eu quero!</p>
<p><strong>AB</strong> – “Tudo bem Sr. Eu lhe entendo. Porém, posso colocar meu ponto de vista e tentar explicar o porquê eu não lhe indico um site em Flash?”</p>
<p><strong>C</strong> – Ah&#8230;. pode&#8230;.</p>
<p><strong>AB</strong> – “Primeiramente, porque eu trabalho com Otimização do site, para inseri-lo dentro dos mecanismos de busca! O Sr. quer ser encontrado no Google não quer? ” (aqui eu já tenho meio caminho andado para criar um site nos padrões! rs)</p>
<p><strong>C</strong> – Claro que sim!</p>
<p><strong>AB</strong> – “Então, o Flash não nos permite isso. Tudo o que atualizarmos nele, nenhum mecanismo consegue lê-lo, pois ele busca conteúdo. E como o Flash é um ‘filme’, por assim dizer, os robozinhos que vão percorrer o site do Sr não vão conseguir adentrar o filme, e assim, o site do Sr nunca terá uma boa colocação nos sistemas. A não ser é lógico, que o site do SR exista há mais de uma década e quem o desenvolveu já o tenha programado para tanto! E mesmo assim, hoje em dia os sistemas evoluíram muito e não são classificados por suas palavras-chave somente&#8230;”</p>
<p><strong>C </strong>– Claro que não! Eu ainda não tenho site. Mas eu quero animações, um banner pulando de um lado pro outro, botões com efeitos, e se puder, quero colocar uma música e uns sons nesses botões! Quero fazer um site interativo! O que me recomenda?</p>
<p><strong>AB</strong> – “Opa! Pera-lá que agora o Sr adentrou num campo complicado! O Sr. costuma acessar sites com esses recursos?”</p>
<p><strong>C</strong> – às vezes sim, e eu acho tão bonito&#8230;</p>
<p><strong>AB </strong>– “Já que estamos tendo uma conversa de profissionais, eu me sinto na obrigação de ser, além de um profissional que irá criar um site para o Sr, um consultor web para poder lhe indicar o que é o melhor a ser feito!</p>
<p>O Sr. atua no ramo automotivo correto?”</p>
<p><strong>C </strong>– Isso, eu vendo peças para montadoras. Tenho uma indústria que fabrica plástico automotivo. Sabe aquelas partes de plástico no carro? O console, os porta trecos do carro? Então, eu forneço esse tipo de peças!</p>
<p><strong>AB</strong> – “Então, o Sr não tem uma webradio! Vamos pensar assim: Analisando o seu segmento, o Sr vende peças a Compradores, que normalmente, salvo algumas exceções, são SENHORES. E não jovens!</p>
<p>Agora, tente se imaginar no lugar do Comprador. O cara vai encontrar sua empresa no Google, e vai acessar o seu site, pois encontrou a peça que queria! Aí, já na página principal, ele vai ESCUTAR MÚSICA, o que às vezes é proibido no serviço, vai ver uns banners pulando de um lado para o outro, sons nos botões&#8230;. isso se na empresa, ele tiver as caixas para o som.</p>
<p>Agora, vamos pensar friamente: o que o Sr. pensaria se entrasse num site de um fornecedor, e se deparasse com esse cenário??”</p>
<p><strong>C </strong>– Ah, eu ia gostar! (Pronto, o cara te quebrou as pernas!)</p>
<p><strong>AB </strong>– “Correto! O SR iria gostar! Mas temos que pensar que precisamos vender seus produtos, e não a música! O seu cliente quer a peça, quer que seu site carregue rápido, porque ele tem muito o que fazer durante o dia, e se o seu site demorar uns 3 minutos para carregar a música e sons dos botões, o cara fecha a janela e vai comprar no concorrente!!! É isso que o Sr quer?”</p>
<p><strong>C</strong> – Claro que não!</p>
<p><strong>AB </strong>– “Isso que eu estou tentando lhe dizer! O Sr. precisa pensar, que o site é da EMPRESA, a finalidade dele É VENDER, e não ser todo bonitinho com coisas pulando de um lado para o outro. Precisamos, acima de tudo, ser diretos naquilo que eu seu cliente necessita! O Sr. conseguiu acompanhar o meu raciocínio?”</p>
<p><strong>C </strong>– Sim &#8230;. mas eu queria tanto alguma animação no meu site&#8230;.</p>
<p><strong>AB</strong> – “O Sr deve estar achando que eu não quero fazer nada do que o Sr deseja não é?”</p>
<p><strong>C</strong> – Olha, para ser bem sincero, sim. Tudo o que eu estou falando você diz que não é legal!!!</p>
<p><a href="http://chocoladesign.com/tecnicas-de-vendas-%e2%80%93-parte-iii/imagem2-3" rel="attachment wp-att-20925"><img class="aligncenter size-full wp-image-20925" title="imagem2" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/11/imagem2.jpg" alt="" width="566" height="174" /></a></p>
<p><strong>AB </strong>– “Então, e se eu não o tivesse alertado sobre tudo isso? Eu sairia daqui sendo o pior profissional do mundo, pelo menos ao meu ver! Eu iria lhe entregar exatamente o que deseja, e o Sr não iria ter a mínima chance de obter sucesso com o site! O Sr. por favor, me desculpe, mas eu não sou esse tipo de profissional não! Sou o profissional que está aqui para lhe trazer opções e soluções!</p>
<p>Posso lhe dar uma sugestão?”</p>
<p><strong>C </strong>– Claro!</p>
<p><strong>AB </strong>– “Não vou deixar o Sr. na mão. Vamos inserir uma animação nele, mas eu a farei utilizando uma linguagem de programação que não irá pesar no seu site, e que será discreta, porém, bonita! Faço com uma linguagem chamada JavaScript ou jQuery, e tenho certeza que o Sr. gostará! Quer ver um exemplo de como isso funciona?”</p>
<p><strong>C</strong> – Claro, quero sim!</p>
<p>Aí eu mostro algum site que tenha ao menos um slide show em jQuery, e o convenço de que isso é o melhor a ser utilizado no site, pois o é mesmo!</p>
<p>Agora, vamos analisar a situação: o que eu tentei mostrar a você?</p>
<p>Tentei mostrar que quando vamos conversar com um potencial cliente, nós temos que estar atentos aos seus desejos, mas como profissionais, precisamos auxiliá-lo no que for preciso, e deixar claro isso!</p>
<p>Pense na outra hipótese: Você não será o único a ser entrevistado para o serviço. Ele pode ter chamado mais quatro webdesigners para executar o projeto.</p>
<p>Será que alguém vai falar sobre posicionamento no Google? Se alguém falou antes, ponto para você&#8230; você conhece o que está vendendo! Se alguém falou depois, parabéns novamente! O cliente vai se lembrar que você disse isso anteriormente!</p>
<p>E aquele cara, na ânsia de vender e faturar, atende os pedidos do cliente! Faz o site em Flash!</p>
<p>O cara é ruim? Não&#8230;para se mexer em flash, o cara tem que ser bom. Só que aí o site não vai constar nos sistemas de pesquisa, não vai ser indexado, ou só a página inicial que hoje em dia não quer dizer nada, e ainda por cima, o cara pode se enfezar com a situação, chamar outro webdesigner (quem sabe você, que o alertou de tudo isso!) e dizer que o outro é um lixo porque o site dele não é funcional!</p>
<p>Pense assim: eu não estou dizendo que Flash é ruim. Ele tem suas qualidades indiscutíveis. EU NÃO GOSTO OK?</p>
<p>Porque eu penso no depois da venda, e não na venda em si! Vocês já pegaram um site em Flash para atualizar? É R-U-I-M demais&#8230;</p>
<p>Aí, você vai cobrar um valor para atualizar o site, e vai ter o dobro de serviço, pelo mesmo preço que cobraria para atualizar um site nos padrões.</p>
<p>A venda é importante? Claro que sim. Mas venda sem pós-venda não é venda. É dor de cabeça! A venda hoje em dia é mais do que pegar o talão, tirar o pedido e dizer “obrigado!” &#8230; o vendedor de hoje, além de auxiliar tecnicamente seu cliente, precisa deixar claro que nem tudo o que ele quer é viável ou é a melhor solução! Dizer amém a tudo, não resolve nada!</p>
<p>Você vai falhar uma hora, e o seu cliente vai pensar que o errado na história é você! E com certeza! Se você tivesse prestado uma consultoria agregada à venda, ao invés de apenas dizer Amém, você teria o seu emprego/trabalho garantido.</p>
<p>Dizer que algo não rola não é o fim no mundo. Pode ser a início!</p>
<p>Mas tenha certeza &#8230; o cliente vai sempre se lembrar daquela pessoa que o alertou sobre o que poderia ter sido feito da melhor maneira&#8230; por bem ou por mal&#8230;</p>
<p>Abraços e até mais!</p></blockquote>
<p>André tem 34 anos, é formado em Webdesign, trabalha com programação em PHP e cria layouts para seus próprios projetos! Mantém um canal de “educação web” no endereço www.andrebuzzo.com.br, onde publica tutoriais e vídeo aulas sobre temas voltados ao desenvolvimento web, além de traduzir alguns posts interessantes para a área!</p>
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		<title>Abstração: Cultura egípcia</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 11:50:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Amanda Brito</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[egito]]></category>
		<category><![CDATA[percepção]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje, farei um pouco diferente. Não vou abordar nenhuma teoria nem tampouco algum teórico. É certo fundamentar, mas quem disse que precisamos sempre pensar de acordo com os outros?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, farei um pouco diferente. Não vou abordar nenhuma teoria nem tampouco algum teórico. É certo fundamentar, mas quem disse que precisamos sempre pensar de acordo com os outros? A partir de agora, neste post, irei dar opiniões e serão análises de acordo com as minhas percepções, que isso fique bem claro.</p>
<p>Sou leitora assídua de obras que destacam características da arte egípcia e sempre tive muita curiosidade de como seria. Quais seriam as regras deles? Será que eram criativos? Exerciam a liberdade criativa? Será que alguns se opunham ao que era determinado na ala artística como acontece hoje? Passamos por diversos movimentos, isso prova nossa intolerância às regras, mas como eles lidavam com isso?</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://chocoladesign.com/abstracao-cultura-egipcia/stoneembossedpharaohblockbump" rel="attachment wp-att-20744"><img class="aligncenter size-full wp-image-20744" src="http://chocoladesign.com/wp-content/uploads/2011/11/StoneEmbossedPharaohBlockBump.jpg" alt="Imagem: 2textured.com" width="819" height="819" /></a></p>
<p>Assim como várias outras culturas que também desenvolveram-se artisticamente, o Antigo Egito reserva o mistério da civilização daquele tempo; quem diria que um dia saberíamos o que foi o mundo através da arte? Como hoje teremos a ousadia de proferir &#8220;não sei se dá pra fazer&#8221;? Percebo que a História não é história no sentido de antigo, passado, primitivo; leio uma impressão do que foi feito, do que deu certo e do que deverá ser continuado. Através desta abstração constato que os limites são imaginários. Não é porque você não conhece ou não saiba que não seja capaz de conhecer e saber fazer. Por que trago-lhes em um fato? Porque o limite foi ultrapassado por eles e por outras civilizações a todo o tempo. Nada do que foi feito dispunha de meios pra isso, eles foram encontrados.</p>
<p>Este post é uma deixa pra quem é da criação e produção, e através dele eu digo que não há nada que não possa ser aprendido, e que não há limitação humana que não possa ser quebrada. &#8220;Eu não sei&#8221; não existe, e &#8220;não é possível&#8221; é só uma forma de deixar pra lá o que transformaria memorável.</p>
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