Muitas vezes acordamos com aquela vontade de comer arroz, feijão, bife e bata frita, nem sempre a comida requintada dá água na boca, o pretinho básico também faz sucesso. É com essa filosofia que começo o post de hoje, assim como nem sempre queremos o que há de mais requintado as marcas também possuem o mesmo comportamento, ser criativo 100% do tempo é coisa de amador. Não se pode apostar apenas na criatividade, fazer gol de canela também conta, assim é o pensamento do cliente, largar mão da criatividade e partir para o pretinho básico muitas vezes dá resultado.
Observe e verá que nenhuma marca é 100% criativa, sempre há uma balança entre criatividade e comunicação básica, a visão empreendedora vale muito. Trabalhar com realidades locais, cada marca tem uma necessidade e públicos separados, trabalhar de maneira global ou a nível nacional é uma ideia muito boa, mas não vai conseguir abraçar as necessidades locais. Simplicidade, pluralidade, não ter medo de fazer coisas bregas, muitas vezes o brega vai ser “bonito” e trás resultado, nem tudo deve ser criativo.
O designer não deve pensar só na peça, mas no planejamento e também na execução, essa última é a parte mais importante de todo o processo, mas que precisa da base forte do design. Peça bem feita e mal executada, resultado ZERO, não é isso que o cliente nem o designer quer. Ninguém pensa só no bom design pensa-se também no modo todo. Por fim, um vídeo que fiz ainda na metade da faculdade, que fala um pouco sobre as diferenças entre inteligência e criatividade, perdoem os erros e a iluminação, mas o desafio do vídeo era que ele tivesse um minuto, sem cortes e gravado de um celular. O texto do vídeo foi baseado numa reportagem da Revista Computer Arts Brasil.
Olhar o cliente como algo que tem sempre o que ser melhorado é o ideal.