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  • Mobile UX/UI Design

    Mantendo o digital, digital

    Nota: Veja esse vídeo quando você tiver 18 minutinhos livres. Vai valer muito a pena! O vídeo possui legenda em português, é só alterar […]


    Nota: Veja esse vídeo quando você tiver 18 minutinhos livres. Vai valer muito a pena!


    O vídeo possui legenda em português, é só alterar nas configurações do Youtube.

    O documentário “Conexão” conta com alguns dos líderes da indústria do pensamento e interação refletindo sobre o futuro do Design de Interação, tendências de interfaces, user experience e interações.

    A tão falada “Internet das Coisas”, onde o design de interação passa a ser centrado no usuário, no conteúdo, e não na moldura. O vídeo levanta tópicos importantes como a tendência a transformar o analógico em digital (skeumorfismo), e como isso pode se tornar uma catástrofe.

    “O analógico pode ser maravilhoso, o que não é um maravilhoso é o analógico falso.”

    “O que nós iremos ver em algum momento é alguém que se apropia do meio e faz algo apropriado e mágico, e melhora a experiência.”

    O foco do design de interação é tornar as experiências naturais e muito mais relacionadas ao conteúdo ou a experiência ou o que tentamos fazer, e menos sobre estar usando um dispositivo, usando uma tela ou um aplicativo. O design de interação precisa ser sobre o conteúdo, e não sobre a moldura.

    “A idéia de que no final do dia será diferente do que era de manhã é uma boa maneira de estar conectado a idéia de que o mundo está mudando”

    Questões interessantes para pensar:

    – A velocidade de mudança das coisas.
    – O indivíduo fazendo parte de uma manifestação coletiva
    – O usuário no controle de tudo. O ux designer não tem controle sobre as ações e direcionamento do fluxo do usuário, mas ele pode enviar sinais para que ele siga um padrão estabelecido.
    – Pensar como o usuário, se colocar no papel de um desbravador, e pensar em como o usuário busca ou realiza uma ação, é a base de toda a interatividade.
    – O desapego de padrões pré-estabelecidos de comportamentos

    Devemos nos desapegar de padrões pré-estabelecidos de comportamentos, pensar um pouco menos em aperfeiçoamentos visuais de interface e mais no conteúdo. O design visual às vezes ganha um papel de destaque, onde na verdade ele acaba produzindo um ruído na comunicação entre usuário e a mensagem. É preciso focar no conteúdo e na realização da ação com o resultado, e usar o design visual como a cereja no bolo, que irá dar o toque final, e não o contrário.

    Outra abordagem é como o design vem tomando um rumo cada vez mais social.

    “Uma das coisas excitantes sobre o design e o processo criativo é que eles podem ajudar e que precisamos que os designers possam se envolver nos assuntos que são realmente importantes agora para que haja uma sinergia entre negócios e design, design e mudança social, design e empreendedorismo. Eles não podem resolver eles mesmos, mas certamente eles podem nos ajudar a encontrar soluções mais criativas.”

    Gostaria de deixar o espaço aberto aqui para discutirmos como o design de interação vem sendo utilizado hoje, em nosso mercado brasileiro, e se os desenvolvedores e designers brasileiros têm consciência do poder que possuem como criativos visuais e de interação, e o impacto que geram na sociedade. Ainda estamos anos luz atrás de mercados como o americano e europeu em termos de Internet of Things, e ainda temos uma supervalorização do visual sob a experiência e conteúdo, com as agências se preocupando mais em gastar tempo/dinheiro em criação visual ao invés de investir em planejamento, testes e protótipos. Mas são vídeos como esse que podem inspirar e começar uma mudança nos profissionais do nosso mercado.

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